Bibliotecas de Fitas e Sistemas de VTL - Virtual Tape Library
Completa Família de Bibliotecas de Fitas Robotizadas de pequeno, médio e grande porte:
Tecnologia LTO-4 (800 GB e 120 MB/s), LTO-3 (400 GB e 80 MB /s), LTO-2 (200 Gb e 24 MB/s),
Interface FC, SCSI, FICON
Unidades Modulares com Capacidades incrementais de TeraBytes à PetaBytes
Total Integração com Windows, Linux, Unix, VM, e todos os líderes de indústria em software de backup corporativo
Completa Família de Appliances e software de Virtual Tape Library
Capacidades escaláveis até centenas de TeraBytes por unidade
Integração com Windows, Linux, Unix, VM e todos os líderes de indústria em software de backup corporativo
Software de Backup e Disaster Recovery
Sistema Centralizado de Proteção de Dados para Gerenciamento de Backup e Recovery em datacenters e ambientes heterogêneos
Suporte a recursos avançados de Disk Backup, Bare Metal Recovery, Inline Deduplication, Remote Office Backup, Disk Array Snapshot, Split Mirror Backup e NDMP,
Agentes nativos para backup online em plataformas Windows, Linux, Risc-Unix, VMware para aplicativos Exchange, Lotus, SharePoint, SAP, banco de dados Oracle, DB2, SQL, Sybase, Informix e software de Disk Arrays
Completo gerenciamento e criação de Políticas de Disaster Recovery, gerenciamento, criação, envio, expiração e recuperação de cópias externas em Backup Vault.
Integração com principais sistemas e software de Data Archiving, Deduplication e CAS – Content-Addressed Storage.
Integração com principais sistemas de gerenciamento de redes de armazenamento SAN.
Disk Backup em DAS, NAS, SAN e VTL
Tape Backup desde autoloader a bibliotecas robotizadas modulares compartilhadas
Recovery Granular para Exchange, SharePoint e VMWare
Recuperação e Backup
Backup é o processo de restaurar um sistema a um estado anterior a ocorrência de uma perda de dados. Na maioria das vezes a restauração ocorre após uma pequena falha de equipamentos ou erro humano, não a um completo desastre. Backup é o coração de qualquer bom desenho de plano de recuperação de desastres. Replicação e espelhamento não substituem backup. Evan Marcus.
O processo de avaliar e adquirir uma solução de backup pode ser desafiador e intimidador para muitos administradores de dados. Decidir por uma nova tecnologia de backup não se trata apenas de comprar um novo modelo de Tape Drive, ou atualizar discos de um servidor de dados. Não quando os volumes de dados crescem á ordem de 60% ao ano.
Somados à isso, cada fabricante desenvolve tecnologia, produtos e visões, específicas para cada necessidade de backup, tornando difícil aos administradores de dados se manterem atualizados ou fazerem a escolha certa .
Interoperabilidade entre Hardware e software
A simples adição de um novo hardware de armazenamento de dados ou de backup pode requerer um completo redesenho da infra-estrutura da rede de armazenamento de dados e causar uma enorme dor de cabeça aos administradores de dados. Por exemplo, um sistema de backup em gigabit Ethernet pode ser um escolha errada para um volume de dados que demande uma rede de backup com desempenhos apenas atíngiveis por uma estrutura de uma 4 Gbps FC SAN. Porém nem toda a instalação deverá exigir performances desta magnitude, e a solução de backup deverá permitir integrar e interoperar redes de armazenamento de dados existentes, SAN e LAN, de diferentes capacidades e protocolos.
“Alta disponibilidade é o mesmo que disponibilidade, apenas em um nível superior” (Evan Marcus)
Preparar uma organização para um cenário de desastre que provoque a perda total de seus recursos computacionais é o objetivo principal de um Business Continuity Plan, ou BCP.
BCP é um conjunto de “procedimentos” criados especificamente para que uma organização possa garantir a continuidade de seus negócios após a ocorrência de um desastre. BCP se preocupa em considerar todas as necessidades de negócios em termos de pessoas, instalações físicas, telecomunicações, atendimento ao público, isto é, todos os demais recursos fundamentais para que uma organização prossiga em seus negócios após um desastre em uma métrica de tempo pré-definida pelo BCP.
Disaster Recovery Plan, ou DRP é um sub-conjunto de um BCP com foco específico na recuperação de dados, infra-estrutura e capacidade computacional após o desastre. Cada aplicação e cada informação precisa estar valorada, catalogada, documentada e priorizada em sua importância para o negócio e os procedimentos de recuperação muito bem definidos, com o staff de DR (Disaster Recovery) muito bem treinado em aplicar o DRP.
Business Impact Analysis, ou BIA, quantifica o impacto nos negócios causado pelo desastre. O BIA determina qual o valor da perda de cada sistema computacional e da respectiva informação armazenada. O BIA apresenta esta quantificação em termos de perdas financeiras, perdas de clientes, perdas de imagem e perdas de reputação. O BIA também analisa os riscos de indisponibilidade de cada aplicação e dos dados para os negócios da organização.
O BIA produz duas métricas fundamentais para determinar a tolerância a indisponibilidade e perdas de dados. Essas métricas são a chave para a construção do DRP:
a) Recovery Point Objective - RPO b) Recovery Time Objective - RTO
RPO determina a quantidade de dados que podem ser perdidos ou o mínimo ponto de recuperação;
RTO determina o tempo mínimo necessário para trazer uma aplicação de volta ao estado de on-line.
Cada aplicação e cada tecnologia tem seu RPO e seu RTO intrínseco, portanto cada organização deve definir o RPO e RTO necessário a cada aplicação conforme suas necessidades de negócio e apontadas pelo BIA e escolher a tecnologia de DR mais adequada.
Tecnologias de DR:
Backup: é técnica de mover os dados da mídia principal, usualmente o disco ou o sub-sistema de armazenamento para uma mídia secundária, usualmente tape ou mais atualmente, sub-sistemas de discos SATA. Os dados movidos pelo backup precisam estar em estado consistente e integro e portanto o sistema de backup sempre marca um determinado momento no tempo até o qual os dados serão movidos. Todas as modificações que ocorrerem depois de iniciado o backup e até o próximo backup não serão movidos e estarão sujeitos a perda. Este momento no tempo até o qual o backup consegue recuperar os dados depois da perda, é justamente o que é chamado de RPO.
Backup exige que a aplicação fique indisponível durante todo o tempo de recuperação, isto é de movimentar de volta os dados da mídia secundária para a mídia principal. Este intervalo de tempo necessário para movimentar os dados de volta é o que é chamado de RTO.
Tape Vaulting: é a técnica de enviar cópias duplicadas de fita para locais externos seguros e gerenciar todo o seu ciclo de vida, da mídia e dos dados, permitindo a rápida localização conforme a prioridade determinada pelo bia e seu retorno ao local de recuperação após a ocorrência de um desastre.
Replication ou Remote Mirroring: Replication é a técnica de duplicar dos dados do disco interno ou de um sub-sistema de armazenamento para outro disco ou sub-sistema de armazenamento. Replication pode ser síncrona ou assíncrona, pode ser através da san ou da rede ip, pode ser pela lan ou pela wan, dependendo de cada necessidade de cada aplicação, conforme apontadas pelas métricas de rpo e rto do bia.
Bare Metal Restore: uma das primeiras necessidade na recuperação após um desastre é a recuperação dos servidores no nível do sistema operacional, isto é, tornar o servidor operacional em suas funções básicas, a partir do qual a recuperação dos dados das aplicações poderá ser iniciada pelo sistema de backup. Bare Metal Restore é a técnica que permite recuperar de forma rápida o sistema operacional sem a necessidade de sua reinstalação desde o início seguida das aplicações de patchs e reconfigurações. BMR é uma tecnologia fundamental em um bem desenvolvido drp.
Clustering: é a técnica de usar redundância para minimizar o impacto da indisponibilidade para os usuários finais. Clustering utiliza de recursos de replication ou mirroring para manter uma aplicação on-line e move os usuários para outros servidores em caso de falhas da aplicação, falhas de hardware ou qualquer motivo de perda de dados. Clustering pode ser local pela LAN, pela SAN ou remoto pela WAN.
Evan Marcus- Veritas Data Availability Expert
A VERT Soluções oferece a seus clientes uma gama de soluções de disponibilidade, alta disponibilidade e disaster recovery, criadas pelos líderes de mercado e de indústria e utilizadas pelas maiores organizações em todo o mundo. A diversidade de soluções e tecnologias que a vert oferece permite que a melhor relação custo-benefício e a completa adequação as suas necessidades de negócio e atendendo aos RPOs e RTOs de cada uma de suas aplicações.