Artigo

CYOD, COPE, CLEO, BYOD

CYOD, COPE e CLEO: Conheça as alternativas ao BYOD

Passado o estágio de susto que as empresas tiveram com o avanço da prática do Bring Your Own Device (BYOD, ou “traga seu próprio dispositivo”), o movimento no qual os usuários levam seus equipamentos (notebooks, tablets, smartphones, etc.) para o trabalho ou os utilizam em casa para acessar os sistemas corporativos, começam a nascer alternativas. Prepare-se para sua próxima sopa de letrinhas: CYOD, COPE e CLEO estão chegando!

Neste post, você conhecerá cada um desses conceitos e verá as vantagens que eles podem oferecer tanto para as empresas quanto para os usuários. Poderá, então, refletir e decidir qual deles é o ideal para o seu negócio. Acompanhe!

O que significam as siglas CYOD, COPE e CLEO?

De acordo com a consultoria IDC, a prática do BYOD tem ajudado as empresas a adotarem mais mobilidade, e isso contribuirá para um crescimento de 5% no mercado de TI nacional até o final do ano de 2015. Se os departamentos de tecnologia se adaptaram ao BYOD em tempo recorde, vencendo os medos em relação à segurança de rede, agora é hora de conhecer as alternativas a ele.

A seguir, veja definições rápidas de CYOD, COPE e CLEO:

O que é CYOD?

Pode-se afirmar que CYOD (Choose Your Own Device) é a mesma coisa que BYOD. A diferença é que em CYOD, a equipe de TI restringe a lista de dispositivos aceitáveis. Temos uma alteração no verbo: em BYOD dizemos “traga seu próprio dispositivo”, em CYOD, “escolha seu próprio dispositivo”.

Ou seja, os usuários podem utilizar somente os devices devidamente listados e homologados, o que possibilita a satisfação do usuário sem que haja perda do controle.

O que é COPE?

Acrônimo de Company Owned, Personally Enabled, o COPE é o contrário de BYOD. Em vez de trazer os dispositivos pessoais para utilizar na empresa, nesta prática os usuários podem usar os dispositivos corporativos para atividades pessoais.

Em outras palavras, o colaborador pode usar o smartphone corporativo para fazer chamadas, enviar e-mails, usar aplicativos como WhatsApp, entre outras atividades que não têm necessariamente relação com seu trabalho. Contudo, a empresa controla o plano de serviço — o funcionário não pode incluir chamadas internacionais, por exemplo, pois não está incluso no plano firmado com a operadora de telefonia.

O que é CLEO?

Corporate Liable Employee Owned (algo como “a companhia é a responsável, o empregado é o dono”) é o conceito tratado pela sigla CLEO. Podemos definir essa prática como um BYOD mais democrático, pois nela o colaborador é responsável pela escolha do dispositivo e a empresa paga pelo seu uso e pelas taxas dos serviços (conexão com a internet, faturas de telefone etc.). Claro, há um acordo entre a empresa e seu colaborador e as regras são definidas em conjunto entre a TI, a direção e — numa visão ideal — levando-se em consideração a opinião dos empregados.

O que você achou dessas novas práticas? Qual delas se encaixa melhor no modelo de negócios da sua empresa? Qual delas indicaria para a sua companhia? Deixe seu comentário!

[hs_action id=”2170″]

Comentários

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *

Conheça nossos parceiros