Artigo

Como organizar uma estratégia de IoT em uma empresa?

A Internet of Things (IoT) não é uma tendência tecnológica futurista, é uma realidade. A IDC acredita que as empresas da América Latina devem investir USD$15,6 bilhões até 2020 para ampliar a exploração de resultados em dispositivos inteligentes, sensores e, sobretudo, captação e análise de dados.

Pensando nisso, resolvemos apontar alguns caminhos para que as empresas possam organizar uma boa estratégia de IoT. Confira!

Por que sua empresa deve ter uma estratégia de IoT?

Primeiramente, é preciso se conscientizar de que a IoT é um assunto na mira das empresas mais antenadas. Logo, quem criar uma estratégia e trabalhar em torno dela agora tende a sair com uma boa vantagem no momento em que a concorrência também começar a agir — você se lembra da rapidez com que os empresários adotaram a cloud computing?

Por outro lado, há inúmeros dispositivos e sensores que as empresas já utilizam e ainda não estão explorando a capacidade de análise de dados que podem ser extraídos deles. Fazer isso, pode permitir uma visão mais ampla sobre o que os colaboradores e clientes querem e precisam.

Ter uma estratégia de internet das coisas pode também ampliar a capacidade de descobrir o comportamento dos consumidores. Da instalação de sensores em provadores de uma loja para descobrir, por exemplo, qual deles é o menos utilizado na loja, até a utilização de beacons para que os produtos se comuniquem com os smartphones dos clientes, a visualização de padrões de comportamentos pode antecipar tendências e resultar em tomadas de decisões mais inteligentes e competitivas — confira nosso artigo sobre as 4 mudanças que a internet das coisas promete trazer para as empresas

4 dicas para organizar uma estratégia de IoT na sua empresa

1. Faça um levantamento dos dispositivos e sensores da empresa

O primeiro passo deve ser um inventário detalhado dos sensores e dispositivos móveis (incluindo aqueles que são de propriedade dos colaboradores) que estão, ou podem ser, conectados às redes da empresa. Verifique quais desses devices podem ser conectados na nuvem e quais têm capacidade de “conversar” entre si.

2. Verifique quais processos podem ser melhorados a partir de objetos conectados

Você pode conectar robôs no chão de fábrica com sistemas back-end e criar uma linha de produção com mais tempo de atividade contínua, por exemplo. Na área de suprimentos e nos depósitos, pode adicionar datas de vencimento por meio de sensores nas matérias-primas para evitar desperdícios e ter total controle dos itens disponíveis.

3. Crie uma política de gerenciamento de IoT

Conforme aumenta a quantidade de “coisas” conectadas, aumenta também a necessidade de monitorá-las e garantir segurança da informação. Afinal, são mais e mais dados trafegando na rede corporativa e também mais dispositivos com os quais os usuários lidam.

Dentro de uma política de homologação de dispositivos, permissões e controle de usuários devem ter um acompanhamento automatizado e com análise de riscos e vulnerabilidades constantes. Por isso, é preciso investir tanto na educação dos usuários quanto na utilização de ferramentas de segurança que abarquem todos os pontos de conectividade.

Leia também: Por que a segurança é um empecilho para a internet das coisas?

4. Busque um parceiro capacitado para auxiliá-lo na estratégia de IoT

Assim como foi com as primeiras adoções de serviços e soluções em computação na nuvem, é importante contar com parceiros capacitados para desenhar uma estratégia que traga resultados para o negócio.

Você está organizando uma estratégia de IoT em sua empresa? Gostou dessas dicas? Deixe um comentário!

Comentários

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *

Conheça nossos parceiros