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4 ameaças à segurança mobile em 2016

A mobilidade está modificando a forma como as empresas utilizam a tecnologia da informação. Impulsionadas pelas capacidades da computação em nuvem, cada vez mais elas estão oferecendo aplicações e sistemas via internet e, com isso, dando mais mobilidade aos seus profissionais. Sistemas corporativos que podiam ser acessados e operados somente entre as IOTquatro paredes do escritório, agora podem ser utilizados em qualquer hora e local por meio de tablets, smartphones, etc.

Tanto é verdade que, de acordo com a consultoria IDC, 45% das empresas da América Latina deverão investir em mobilidade, um dos carros-chefe da chamada era da transformação digital, que deve ganhar força na região ao longo de 2016. Por outro lado, um assunto vem ganhando a atenção das empresas na mesma proporção: a segurança mobile.

A seguir, listamos as principais ameaças à segurança mobile que devem ganhar força este ano. A ideia é prepará-lo para tomar medidas preventivas e minimizar os riscos. Acompanhe!

1. Crackers concentram esforços no roubo de dados em transações financeiras

Empresas especializadas dizem ser provável que as principais plataformas de pagamento móvel como Apple Pay ou Samsung Pay serão seriamente comprometidas em 2016. Isso provavelmente acontecerá não por meio da quebra definitiva de seus algoritmos de processamento de pagamentos, mas com a análise de todo o sistema para identificar vulnerabilidades. Com isso, fraudes como roubo de informações de cartões de crédito, extorsão e uso não autorizado serão mais frequentes.

Apple e Samsung não são as únicas empresas na mira dos criminosos virtuais. Aplicações de pagamento móvel, como Venmo, que usam processos de remessa de pagamento simples, também deverão se tornar mais vulneráveis ​​a crackers que tentam transferir fundos das contas dos usuários para contas falsas.

2. Internet das Coisas desvia a atenção da segurança devido ao grande número de dispositivos conectados

Mais e mais dispositivos estão se tornando habilitados para a internet, mas sem as configurações de segurança adequadas. Ou seja, por estar mais exposto a diversas “coisas” conectadas, os usuários tendem a se descuidar com as atualizações de segurança e os fabricantes a relaxar, o que deixa esses dispositivos móveis mais vulneráveis.

Assim, todos os aplicativos que se conectam aos dispositivos da Internet das Coisas através de Bluetooth ou Wi-Fi ficam mais vulneráveis. Para os crackers é a glória, pois esse comportamento dos usuários e a pressa dos fabricantes em ganhar mercado abrem caminho para o desenvolvimento de vírus bem mais inteligentes e eficazes.

Leia também: As 4 principais tendências do setor de TI para 2016.

3. Aplicativos maliciosos cada vez mais parecidos com legítimos

A Norton, uma das maiores fabricantes de antivírus do mundo, apontou recentemente que está crescendo o número de casos de fraudes causadas com aplicativos que, a princípio, parecem legítimos, mas que são criados para fins maliciosos. Instalados nos dispositivos, eles podem dar acesso total aos crackers, redefinir configurações, enfim, causar grandes danos aos usuários.

4. Depois do phishing, cresce a prática do SMiShing

Também a Norton aponta que os criminosos virtuais estão, cada vez mais, utilizando a prática do smishing, que é uma espécie de phishing feita por mensagens de texto em smartphones.

Funciona assim: o cracker se passa por um banco ou outra instituição com a qual o usuário costuma interagir via smartphone, por exemplo, e oferece links ou solicita download na própria mensagem de texto. Quando o usuário clica, seu dispositivo fica infectado com um vírus que pode roubar dados ou sequestrar o sistema operacional.

Leia também: 4 tendências de segurança da informação que terão destaque nos próximos anos.

O que você achou dessas ameaças? Sua empresa está preparada para lidar com elas? Deixe um comentário!

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